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Stress, pressão e objectivos II

Stress, pressão e objectivos II

Publicado em 28 de Julho de 2010 às 23:00

Stress, pressão e objectivos II

Os valores éticos e morais associados ao desporto tal como estão teorizados devem estar presentes e ser respeitados no âmbito de qualquer competição desportiva. No caso da alta competição estamos a considerar atletas cujos desempenhos obrigam a uma enorme dedicação ao treino e à competição

Na alta competição importa verificar se o golfe profissional consegue saudavelmente coexistir com as vontades dos patrocinadores, com os prémios materiais associados ao desempenho desportivo do atleta, com o volume financeiro da realização de um major, por exemplo, e as consequentes pressões daí resultantes.

 O nível atingido em competição profissional é muito grande, a ponto de ser apenas conseguido por atletas, cujo tempo de dedicação ao treino e à competição é total. Em várias modalidades, as provas a realizar são escolhidas em função das possibilidades de arrecadar certos prémios. Se considerarmos o atleta profissional, a extrema necessidade de obter estes ganhos é real.

O atleta vive do que ganha com o desporto e ganha tanto mais quanto mais próximo ficar dos objectivos desportivos a que se propôs.

 Um atleta ao longo de uma época, assim como ao longo de períodos mais alargados não tem uma prestação constante. Assim, os seus ganhos financeiros não são constantes o que implica uma gestão mais sensata da relação tempo/desempenho/ganho.

 Estas pressões, que pretendem o aumento da qualidade, da visibilidade, da imagem, em muitos casos podem ser incompatíveis com os ideais do desportivismo, de uma competição sadia e do bem-estar físico e emocional do indivíduo/atleta. Contudo, hoje, o que pesará mais na balança? O prestígio do golfe em si, e do desporto em geral ou as vontades dos patrocinadores? Para o bem e para o mal ou quer se queira quer não, a qualidade da realização de eventos de alta competição está dependente da quantidade e qualidade dos patrocínios.