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Tudo o que sobe... também desce

Tudo o que sobe... também desce

Publicado em 8 de Novembro de 2010 às 23:00

Tudo o que sobe... também desceEnquanto Francesco Molinari brilhava com a conquista do HSBC Champions e Lee Westwood confirmava o porquê de ter chegado a número 1 mundial, Tiger Woods, esse, ficava mais perto de falhar novo objectivo. Pela primeira vez em 14 épocas como profissional, o Tigre continua sem vencer, embora ainda a três anos do 17 temporadas consecutivas de vitórias, estabelecido pelos lendários Arnold Palmer e Jack Nicklaus. Tiger ainda tem o Australian Masters, que arranca na quinta-feira, em Melbourne, e onde vai defender o título conquistado o ano passado – a sua última vitória –, e será o anfitrião do Chevron World Challenge na primeira semana de Dezembro, prova que conta igualmente para o ranking mundial. Depois de ter cedido a liderança mundial a Lee Westwood na semana anterior - pode mesmo até cair para 3º no próximo domingo -, a temporada daquele que é considerado por muitos o melhor golfista de todos os tempos foi um autêntico desastre dentro e fora dos campos. Tudo começou no final de 2009 com as inúmeras revelações da sua infidelidade, que culminaram com a separação da ex-modelo sueca Elin Nordegren e o afastaram da competição quase cinco meses. Separou-se igualmente do treinador Hank Haney para começar a trabalhar com Sean Foley no PGA Championship, em Agosto, mas apesar de ter garantido que estava a sentir mais progressos do que quando começou a ser treinado por Butch Harmon, em 1996, e Haney, em 2004, a verdade é que as vitórias ainda não apareceram. Este ano, Tiger tem apenas três top-10 – dois empates no quarto lugar no Masters e US Open e agora no sexto lugar no HSBC Champions –, falhou a qualificação para o Tour Championship, final do play-off da FedEx Cup, pela primeira vez na carreira e não conseguiu disputar os 15 torneios exigidos para garantir automaticamente o cartão do PGA Tour, o que significa que não pode ser nomeado para Jogador do Ano. E desde o 4º lugar em Pebble Beach, quando ficou a três pancadas do primeiro lugar, que o antigo número 1 mundial não consegue ficar mais próximo do que a oito shots do líder. E em Xangai, apesar de sexto, ficou a 12... Será falta de confiança, como diz Ernie Els, tricampeão de majors? Tiger diz que não, mas...