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Para inglês ver...

Para inglês ver...

Publicado em 29 de Novembro de 2010 às 23:00

Para inglês ver...O bom tempo, a vasta oferta de campos ou o apoio de José Mourinho são alguns pontos que favorecem, e de que maneira, a candidatura portuguesa à organização da Ryder Cup 2018. Mas há um factor que, sem dúvida, joga contra: a falta de jogadores-referência no Tour. A eliminação de António Rosado, Ricardo Santos e Tiago Cruz na 2ª Fase da Escola de Qualificação do European Tour veio dar mais força a este "problema" e veio colocar ainda uma maior pressão sobre os ombros de José Filipe Lima.Para inglês ver... A pouco mais de cinco meses do anúncio final da candidatura vencedora, Filipe Lima está obrigado a garantir o cartão para 2011 na final, de forma a termos um português no principal circuito europeu. Parece haver, contudo, um trunfo inesperado: Mónia Bernardo começou ontem a disputar a pré-qualificação para a final da "escola" do Ladies European Tour e de uma forma que nos deixa com boas perspectivas. Temos agora a falada "fusão" do Open de Portugal e do Portugal Masters. Parece ser mais um ponto a cair bem no goto do responsáveis do golfe europeu. O prize-money de €4M transformaria a prova numa das principais do European Tour e poderia ser suficiente para convencer jogadores como Lee Westwood, Martin Kaymer, Paul Casey, Ian Poulter, Rory McIlroy ou, até quem sabe, Para inglês ver...Tiger Woods, a vir ao nosso país. Mas isto não nos pode "distrair" do principal problema. Passou-me pela cabeça o seguinte: numa altura em que se está a investir na promoção de Portugal lá fora, seria importante (ou poderia pensar-se) tirar uma pequeníssima fatia desse mesmo investimento para contribuir para o desenvolvimento do golfe profissional. Por exemplo, pegar em €220 000 – para termos uma ideia da insignificância dos números, o empresário André Jordan falou recentemente ser necessário num investimento de 50 milhões para Portugal receber o Ryder Cup, ou seja, 0,44% deste valor – e criar um circuito nacional, à razão de um torneio por mês, entre Janeiro e Novembro, dotados em prémios de €20 000. Juntaríamos os "pros" e o top-10 amador. Seria uma boa forma de preparar os nossos jogadores provas internacionais.

Para inglês ver... Lá fora parece estar tudo muito bem impressionado (e ainda bem), mas também é tempo de darmos uma força ao golfe nacional em... Portugal.