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Já falta pouco

Já falta pouco

Publicado em 14 de Maio de 2011 às 23:00

Já falta poucoPortugal, Espanha, França, Alemanha e Holanda vão ficar a saber na próxima terça-feira qual irá ser a candidatura vencedora à organização da Ryder Cup em 2018. Depois dos rasgados elogios recebidos aquando do Campeonato do Mundo por Equipas, em 2005. no Victoria Clube de Golf, Portugal aventura-se agora em voos mais altos, com a candidatura à organização da Ryder Cup’2018, a terceira prova com maior exposição mediática, a seguir aos Jogos Olímpicos e ao Campeonato do Mundo de Futebol.

Por essa razão, o investimento previsto de 240 milhões de euros não é nada quando comparado com a possibilidade de um retorno de mais de 550 milhões em receitas turísticas que esta competição bienal entre as selecções da Europa e dos Estados Unidos pode gerar.

Já falta poucoPara se ter uma ideia, o Euro’2004, também realizado no nosso país, possibilitou em encaixe de “apenas” 184 milhões de euros em receitas ligadas ao Turismo. Num estudo apresentado pela consultora Deloitte Portugal, estimou-se que só nos seis dias em que a prova se realizará, e nos restantes em que os turistas vão aproveitar para conhecer o país, as receitas podem ascender aos 220 milhões de euros.

A Deloitte Portugal estimou ainda que o contributo directo da organização da Ryder Cup para o Produto Interno Bruto português, incluindo o total dos projectos turísticos será de 1,27 mil milhões de euros, e que os capitais estrangeiros que serão injectados na economia rondarão os 1,6 mil milhões.

A receita fiscal adicional estará próxima dos 280 milhões de euros e criará cerca de 3000 postos de trabalho entre 2010 e 2013.

Segundo Sérgio Lee, consultor da empresa, a despesa média diária dos turistas estrangeiros rondará os 370 euros, o dobro da alcançada com o Euro’2010, sendo o impacto económico resultante da construção dos projectos turísticos poderá chegar aos 4 mil milhões de euros, contra os 1,9 mil milhões gastos com os estádios do Euro’2004.

A decisão final da Ryder Cup Europe será centrada em cinco critérios:

  • campo de golfe de classe mundial
  • infra-estruturas requeridas pela organização
  • suporte estatal, privado e da comunidade do golfe
  • oportunidades comerciais para a Ryder Cup
  • empenhamento do país no desenvolvimento do golfe no próprio país.

Daí que o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, tenha dito, na altura da divulgação do estudo, que a candidatura portuguesa está a criar um novo destino turístico no país, na região do litoral alentejano, e a alargar o turismo na Europa a outros espaços territoriais, aludindo à vitória da Rússia à organização do Mundial’2018 de futebol.

Já falta poucoAlém do bom tempo português – que não prejudicaria o desenrolar da prova como aconteceu na última edição em Celtic Manor –, o empenho do Governo, agora demissionário, parecia ser um trunfo a favor da candidatura portuguesa. Mas a confusão política do país arrefeceu os ânimos dos mais optimistas. Contudo, outros factores fazem-nos acreditar numa decisão favorável. A construção de raíz de um campo na Herdade da Comporta, assinado por um dos melhores arquitectos do Mundo (Tom Fazio), em parceria com European Golf Design, capaz de competir com os melhores percursos mundiais é, por exemplo, outro dos pontos fortes da candidatura portuguesa. Bem como a qualidade superior da oferta hoteleira de um local que se encontra a cerca de uma hora da capital Lisboa. E ainda há o trunfo adicional do apoio do melhor treinador do Mundo, José Mourinho, natural desta região encantadora.

O único senão parece ser mesmo a falta de jogadores-referência no Tour. As outras candidaturas

Já falta poucoEm condições normais, a candidatura espanhola seria sempre um adversário a temer. Até porque, como Portugal, perdeu a organização do Mundial’2018 para a ússia. As condições hoteleiras, os apoios recolhidos e o campo de raíz, construído em Madrid, abonam a favor dos espanhóis – e até, por mais tenebroso que possa parecer, a morte do lendário Seve Ballesteros poderia jogar a seu favor –, mas o facto da Ryder Cup ter sido jogada fora das Ilhas Britânicas uma única vez, e mais concretamente em Valderrama (1997), deve ser suficiente para os retirar do caminho. Se não, o elevado número de torneios do European Tour e Ladies European Tour que se vão disputar este ano no país vizinho (10) deverá pesar na decisão final.

Já falta poucoA Holanda também parece não assustar. Além da falta de apoio do Estado e da falta de jogadores-referência no Tour – uma pecha partilhada com Portugal –, a organização não quererá arriscar nova interrupção da prova, como aconteceu o ano passado em Celtic Manor devido à chuva. Mas uma vitória da Holanda, cujo campo desenhado por Colin Montgmorie, capitão da equipa da Europa que venceu a última Ryder Cup, envolvido em total secretismo, poderá significar uma aposta em novos mercados, como aconteceu com a surpreendente vitória da candidatura russa à organização do mundial de futebol em 2018.

Isso deixa-nos com ainda dois adversários de peso. A Alemanha conta nas suas fileiras com o actual número 2 mundial (Martin Kaymer) – e o apoio do primeiro líder do ranking, Bernhard Langer – e a França, que parece ser a principal favorita, é um fiel aliado do circuito europeu.

Mas a construção de um novo campo por parte dos germânicos, sem o apoio do European Golf Design – e com ajudas da Audi, concorrente directa da BMW, patrocinadora do European Tour – não deverá ir de encontra o agrado da organização.

Já as influências criadas pelas ligações centenárias dos gauleses ao European Tour, bem como o único campo na corrida já existente e o forte apoio do Estado, podem ser armas de arremesso.

A aposta na continuidade é que poderá ser um factor prejudicial… Mas já falta pouco para se ficar a conhecer o vencedor...   Portugalhttp://www.rc2018portugal.com/ PAÍS Portugal NOME DA FEDERAÇÃO Federação Portuguesa de Golfe + Manuel Agrellos PRATICANTES 14 545 CAMPO Comporta Links LOCALIZAÇÃO Herdade da Coporta, Comporta, Alcacer do Sál Layout Comporta ARQUITECTO Tom Fazio INAUGURAÇÃO PREVISTA 2015 PAR 72 DISTÂNCIAS 7196m TIPO Links GRANDES (OU PRINCIPAIS) JOGADORES AO LONGO DA HISTÓRIA: Daniel Silva e José Filipe Lima MAJORS CONQUISTADOS: Nenhum PRÓS: clima; campo novo construído para o evento;  candidatura Ibérica à organização do Mundiaç’2018 não ter sido escolhida CONTRAS: falta de jogadores de referência no Tour; pouca influência dentro do círculo do golfe europeu; Governo apoiava incondicionalmente a candidatura, mas está agora demissionário GRANDES PROVAS QUE ESSE PAÍS RECEBE ANUALMENTE (OU RECEBEU ALGUMA VEZ): Open da Madeira, Open de Portugal, Portugal Masters, World Golf Championship – World Cup, Ladies Open de Portugal   Já falta poucohttp://www.rcmadrid2018.com/ PAÍS Espanha NOME DA FEDERAÇÃO Real Federación Espanhola de Golfe + Gonzaga Escuariaza PRATICANTES 338 160 CAMPO Club de Campo Tres Cantos Já falta pouco LOCALIZAÇÃO Madrid ARQUITECTO Robin Hiseman INAUGURAÇÃO PREVISTA 2015 PAR 72 DISTÂNCIAS 6840m TIPO Nature GRANDE JOGADORES AO LONGO DA HISTÓRIA: Seve Ballesteros, José Maria Olazábal, Sergio Garcia MAJORS CONQUISTADOS: Masters – Seve Ballesteros (1980, 1983), José Maria Olazábal (1994, 1999), British Open – Seve Ballesteros (1979, 1984, 1988) PRÓS campo novo construído para o evento, Candidatura Ibérica à organização do Mundial’2018 não ter sido escolhida, vários jogadores-referência no Tour, grande influência junto dos organismos competentes do golfe europeu e mundial CONTRAS Já se jogou uma Ryder Cup em Espanha – a única realizada fora das Ilhas Britânicas foi em Valderrama (1997); só este ano vai receber dez provas, entre European Tour e LET; GRANDES PROVAS QUE ESSE PAÍS RECEBE ANUALMENTE (OU RECEBEU ALGUMA VEZ) Open de Andalucia, Open de España, Iberdrola Open, Volvo World Match Play Championship, Madrid Masters, Castello Masters, Andalucia Valderrama Masters (European Tour), Communitat Valenciana European Nations Cup, Tenerife Ladies Open, Open de España Feminino (LET), Ryder Cup 1997, Já falta poucohttp://www.rydercup2018france.fr/index_rydercup.aspx PAÍS França NOME DA FEDERAÇÃO Federação Francesa de Golfe + Georges Barbaret PRATICANTES 410337 CAMPO Le Golf National (percurso albatross) LOCALIZAÇÃO Avenue du golf, 78280 Guyancourt, Paris Já falta pouco ARQUITECTO Hubert Chesnau e Robert Von Hagge INAUGURADO 1990 PAR 71 DISTÂNCIAS 6675 TIPO links GRANDE JOGADORES AO LONGO DA HISTÓRIA: Arnaud Massy, Thomas Levet, Gregory Bourdy MAJORS CONQUISTADOS: British Open – Arnaud Massy (1907) PRÓS: ligação centenária ao European Tour; futuro risonho do golfe francês, campeã do mundo amadora em 2010, apoio do Governo, palavras elogiosas de Tiger Woods, Lee Westwood e Thomas Bjorn CONTRAS: Apostas na continuidade, clima instável (pelo menos 3) GRANDES PROVAS QUE ESSE PAÍS RECEBE ANUALMENTE (OU RECEBEU ALGUMA VEZ): Saint-Omer Open, Open de França, The Vivendi Trophy (European Tour), Evian Masters, Open de France Féminin (LET) Alemanha http://www.rcdeutschland.de/index_en.cfm PAÍS Alemanha NOME DA FEDERAÇÃO Federação Alemã de Golfe + Wolfgang Scheurer PRATICANTES 599328 CAMPO Audi Ryder Cup LOCALIZAÇÃO Rohrenfield 86633 Neuburg an der Donau Já falta poucoARQUITECTO Thomas Himmel INAUGURAÇÃO PREVISTA 2015 PAR 72 DISTÂNCIAS 7000m TIPO Nature GRANDE JOGADORES AO LONGO DA ISTÓRIA: Bernhard Langer, Martin Kaymer, Simon Khan MJORS CONQUISTADOS: Masters – Bernhard Langer (1985, 1993); PGA Championship -Martin Kaymer (2010)

PRÓS: O número 1 mundial Martin Kaymer é alemão; recebe poucas provas importantes, influência do presidente da candidatura alemã Bernhard Langer

CONTRAS: Campo desenhado sem o envolvimento da European Golf Design; apoio da AUDI, quando é a BMW que patrocina o European Tour; pouco envolvimento do Governo alemão; clima instável

GRANDES PROVAS QUE ESSE PAÍS RECEBE ANUALMENTE (OU RECEBEU ALGUMA VEZ) BMW Internacional Open (European Tour), Ladies German Open (LET) Holandahttp://www.thedutch2018.nl/ PAÍS Holanda NOME DA FEDERAÇÃO Federação Holandesa de Golfe + Ronald Pfeiffer PRATICANTES 344000 CAMPO The Dutch LOCALIZAÇÃO Haanweg 3, 4212 Kj Spijk, Roterdão ARQUITECTO Colin Montgomerie INAUGURAÇÃO PREVISTA 2013 TIPO Parkland GRANDE JOGADORES AO LONGO DA HISTÓRIA: Maarten Lafeber, Robert-Jan Dekersen e Joost Luiten MAJORS CONQUISTADOS: PRÓS: Campo desenhado por Colin Montgomerie, aposta em novos mercados CONTRAS: Clima instável, Falta de jogadores referência no tour, sem apoio estatal GRANDES PROVAS QUE ESSE PAÍS RECEBE ANUALMENTE (OU RECEBEU ALGUMA VEZ) KLM Open (European Tour), Delloite Ladies Open (LET)