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Natalie Gulbis: Uma estrela em ebulição

Natalie Gulbis: Uma estrela em ebulição

Publicado em 14 de Julho de 2013 às 23:00

Este artigo pertence à área de conteúdos golfbabes

A bela Natalie Gulbis não conseguiu passar muito tempo despercebida à rúbrica da Golf 4 You “As miúdas mais giras do circuito”. A jogadora americana, de 30 anos, descendente letã, é uma das estrelas do LPGA Tour. Aos 7 já ganhava torneios e aos 10 já batia o Par. Mas foi como amadora de 14 anos (handicap 2) que jogou o seu primeiro torneio do principal circuito americano feminino.

Gulbis era a principal referência da equipa masculina da Granite Bay High School, antes de se mudar para a Universidade de Arizona, onde em 2000, ao lado da sua companheira e antiga número 1 mundial, agora retirada, Lorena Ochoa, conquistou os Nationals de 2000. Mas em julho de 2001, com apenas 18 anos, decidiu tornar-se profissional, garantindo o cartão para o LPGA  Tour de 2002 via Escola de Qualificação.

 

Embora não obtivesse nenhuma vitória até à sua sexta época – Evian Masters de 2007 –, a americana, que jogou em três vitórias na Solheim Cup (2005, 2007 e 2009), prometia, conseguindo top-10 em quatro majors consecutivos desde o LPGA Championship de 2005 e o Kraft Nabisco Championship de 2006.

 

Considerada um Sex Symbol, a imagem de Gulbis é obviamente um fenómeno publicitário e os convites para fazer calendários, com fotografias a jogar golfe e em fato-de-banho, escrever para as revistas, participar em programas de televisão, etc., são apenas consequências disso mesmo. Gil Ozir, vice-presidente para o marketing da Raymond Weil, uma luxuosa marca de relógios suíços e um dos patrocinadores de Gulbis, disse uma vez: “Quando ela começar a ganhar com mais frequência, vai tornar-se uma megaestrela”. Não é difícil adivinhar porquê…