Todd não virou a cara à luta

Ainda agora a nova temporada do PGA Tour está a começar e já temos uma vitória potencial candidata ao Comeback Player of the Year.

Brendon Todd conquistou o Bermuda Championship e quem o visse a jogar, sobretudo no último dia de prova, nunca diria que ponderou pendurar os tacos no início do último ano.

Com apenas 34 anos, o campeão do Byron Nelson Championship de 2014, ano em que chegou a liderar o US Open aos 36 buracos, passou por uma crise no seu swing que o fez cair de número 40 do ranking até 2006º.

Aliás, entre 2016, quando perdeu o cartão do principal circuito americano, e 2018 falhou 37 das 41 provas em que entrou.

“Batia um ferro-4 a 50 metros, à direita ou para fora-dos-limites…”, lembrou.

No final da última temporada acabou por reconquistar o cartão do PGA Tour nas Finals do Korn Ferry Tour, embora tenha falhado os falhado os primeiros quatro cuts.

Conseguiu um motivador 28º lugar em Houston e agora venceu mesmo, um triunfo que o faz ascender à 185ª posição mundial.

Com quatro voltas na casa das 60 pancadas, Todd anulou os dois shots de diferença para o líder neste domingo, numa ronda que contemplou sete birdies consecutivos nos front nine do Port Royal GC.

A dois buracos do fim tinha mesmo a possibilidade de conseguir um 59, mas acabou par-bogey para vencer por quatro.

Todd, que está agora isento até 2021/22, considera que o ponto de viragem foi quando leu um livro no website do antigo profissional do Tour, agora treinador, Bradley Hughes, e lhe telefonou a marcar uma aula.

“O livro fez-me todo o sentido e, desde então, tudo mudou”, confessou ao Global Golf Post.

Foto: Getty Images

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